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Lesões da bexiga


Pancadas fortes contra a pélvis que implicam fracturas, frequentes nos acidentes de viação, podem fazer com que a bexiga se rompa. As feridas penetrantes, geralmente causadas por armas de fogo, também a podem lesar. Os principais sintomas são a presença de sangue na urina ou a dificuldade para urinar. O diagnóstico pode ser melhor estabelecido por meio de uma cistografia, um exame no qual uma substância radiopaca, visível aos raios X, é injectada dentro da bexiga para depois se fazerem radiografias à procura de fugas de urina.

Os pequenos gotejos (por lacerações) podem ser tratados introduzindo uma sonda na uretra durante 7 a 10 dias, a fim de drenar a urina, enquanto a bexiga se cura por si mesma. Em lesões mais graves, costuma realizar-se um acto cirúrgico para determinar o grau da lesão e reparar as possíveis lacerações. A urina é então retirada da bexiga mais eficazmente utilizando duas sondas, uma inserida através da uretra (sonda transuretral) e outra introduzida directamente na bexiga através do abdómen inferior (catéter suprapúbico). Ambas são retiradas ao cabo de 7 a 10 dias ou depois de a bexiga se ter curado satisfatoriamente.

Lesões do rim
A gravidade das lesões do rim varia amplamente. Uma lesão pode ser ligeira, tendo como resultado apenas a contusão do rim. Com uma lesão mais grave o mesmo pode ficar lacerado, e a urina pode derramar-se no tecido circundante. Se o rim estiver separado da sua inserção (pedículo renal), a hemorragia pode ser abundante, tendo como resultado um choque ou a morte. O sangue na urina poderá acompanhar algumas destas lesões.  


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