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Síndroma da sela-turca vazia


Na síndroma da sela-turca vazia, a sela-turca (uma estrutura óssea sob o cérebro), caracteristicamente dilatada, abriga a hipófise, de tamanho normal ou mais pequena.

A síndroma da sela-turca vazia tem mais incidência nas mulheres com peso a mais ou com uma pressão arterial elevada. Cerca de 10 % dos doentes que sofrem desta síndroma têm um aumento de pressão do líquido no interior do crânio (Ver tabela da secção 6, capítulo 79) e aproximadamente 10 % apresentam, de maneira crónica, uma saída de líquido pelo nariz. Em alguns casos, o doente tem um tumor hipofisário pequeno, quase sempre benigno, que segrega hormona do crescimento, prolactina ou adrenocorticotropina. Uma radiografia simples do crânio, uma tomografia axial computadorizada (TAC) ou as imagens geradas por ressonância magnética (RM) podem revelar a dilatação da sela-turca.

Em geral, não é necessário um tratamento para esta síndroma. Contudo, uma sela-turca dilatada também pode indicar um aumento de volume da hipófise. Uma TAC ou uma RM podem ser úteis para distinguir a síndroma da sela-turca vazia de outras causas de dilatação da mesma. Por exemplo, um tumor maligno ou benigno (adenoma) pode aumentar a hipófise, afectando a dita glândula ou o hipotálamo. O aumento de volume da hipófise pode produzir sintomas, como dores de cabeça, e visto que a glândula faz pressão sobre o nervo óptico pode-se também verificar uma perda da visão. Inicialmente só é afectada a parte externa dos campos visuais de ambos os olhos.



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