Merck Sharp & Dohme - Portugal
Contacte-nosMSD no Mundo
MSD Portugal Publicacoes MSD
Pesquisa
IntroduçãoAjuda


Imprimir Enviar Artigo

Exame da medula óssea


Por vezes deve examinar-se uma amostra da medula óssea para determinar por que razão as células do sangue são anormais. O médico pode tirar dois tipos diferentes de amostras da medula óssea: uma aspiração e uma biopsia.

Punção esternal

Habitualmente os dois exames realizam-se no osso da anca (crista ilíaca), embora as aspirações por vezes se façam num osso do tórax (esterno). Nas crianças pequenas, realizam-se num osso das costas (vértebra) ou da perna (tíbia).

As duas amostras costumam ser extraídas simultaneamente, depois de se anestesiar a pele e o tecido que cobrem o osso.

Para a extracção, o médico aspira com a seringa uma pequena quantidade da medula óssea mole que se coloca num recipiente para exame ao microscópio. Com a amostra podem realizar-se exames especiais, como culturas para bactérias, fungos ou vírus e análises de cromossomas. Embora a aspiração muitas vezes proporcione informação suficiente para fazer um diagnóstico, o processo de aspirar a medula com a seringa rasga e desordena a frágil medula óssea. Por conseguinte, é bastante difícil determinar a disposição original das células.

Quando é importante determinar a relação anatómica exacta entre os diversos tipos de células, assim como a estrutura dos tecidos avaliados, realiza-se também uma biopsia nuclear. Extrai-se um pequeno fragmento de medula óssea intacta graças a um dispositivo dentro de uma agulha especial. O fragmento corta-se em lâminas delgadas que se colocam num recipiente para serem examinadas ao microscópio.

O facto de se extrair um fragmento de medula óssea geralmente só origina uma ligeira dor, seguida por um mal-estar mínimo. O procedimento requer apenas alguns minutos.



Política de Privacidade Termos de Utilizaçao Direitos Reservados © 2006 MERCK SHARP & DOHME PORTUGAL Merck & CO., (USA)