| Secção 18: | Doenças da pele |
| Capítulo 207: | Tumores cutâneos benignos |
| Temas: | Nevos
- Sinais atípicos
- Acrocordones
- Lipomas
- Angiomas
- Manchas de vinho do Porto
- Hemangiomas capilares
- Hemangiomas cavernosos
- Aranhas vasculares
- Linfangiomas
- Granulomas piogénicos
- Queratoses seborreicas
- Dermatofibromas
- Queratoacantomas
- Quelóides
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Sinais atípicosOs sinais atípicos (nevos displásicos) são formações planas ou elevadas de pele escura, maiores que os sinais vulgares (com mais de 1 cm de diâmetro) e não são necessariamente redondos. A sua cor varia desde o bronzeado até ao pardo-escuro, frequentemente sobre um fundo rosado. Algumas pessoas têm mais de 100 sinais atípicos que podem continuar a aparecer mesmo depois de passada a idade madura. Os sinais atípicos podem aparecer em qualquer parte do corpo, apesar de serem mais frequentes nas zonas cobertas como as nádegas, o peito e o couro cabeludo (uma distribuição consideravelmente diferente da dos nevos vulgares). A tendência para se ter sinais atípicos é hereditária, embora eles se possam formar em algumas pessoas sem história familiar neste aspecto. Se uma pessoa tiver sinais atípicos e dois ou mais familiares próximos tiverem tido muitos sinais atípicos e melanoma (síndroma do nevo displásico), ela corre um grande risco de desenvolver um melanoma maligno. Não se sabe se o risco de melanoma é maior nas pessoas que tenham sinais atípicos, mas que não tenham história familiar de melanoma. Quem tem sinais atípicos (particularmente aqueles com história familiar de melanoma) deve procurar qualquer alteração que possa indicar melanoma maligno. Todos os anos deverão submeter-se a um exame de pele feito pelo seu médico de família ou pelo dermatologista. Os dermatologistas observam os sinais atípicos para controlar as alterações discretas, como uma mudança de cor ou de tamanho. Para ajudar a controlar estas alterações, os dermatologistas utilizam com frequência fotografias a cores de corpo inteiro. Se se der qualquer das alterações mencionadas num sinal atípico, este deverá ser extirpado. Alguns especialistas pensam que a radiação solar acelera o desenvolvimento dos sinais atípicos, bem como as suas alterações. Os doentes com sinais atípicos deverão evitar a exposição ao sol. Quando estiverem ao sol, deverão usar sempre um filtro solar com um factor de protecção (FPS) de pelo menos 15. Estes filtros solares podem formar uma espécie de barreira contra os raios ultravioleta (UV), que provocam cancro. (Ver secção 18, capítulo 205) |
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