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Tumores


Os tumores do ouvido podem ser não cancerosos (benignos) ou cancerosos (malignos).

No canal auditivo podem formar-se tumores não cancerosos, que o entopem e provocam um excesso de cera além da perda de audição. Estes tumores podem ser quistos sebáceos (pequenos sacos cheios de secreções da pele), osteomas (tumores ósseos) e quelóides (produção excessiva de tecido cicatricial depois de uma lesão). O melhor tratamento é a eliminação do tumor. Depois do tratamento, a capacidade auditiva volta à normalidade.

O ceruminoma (cancro das células que produzem a cera do ouvido) forma-se no terço externo do canal auditivo e pode disseminar-se. O tratamento consiste em extrair cirurgicamente o cancro e o tecido circundante.

Os tumores de células basais e escamosas (Ver secção 18, capítulo 208) são cancros da pele frequentes que costumam formar-se no ouvido externo depois de uma repetida e prolongada exposição ao sol. Quando estes cancros aparecem pela primeira vez, podem ser tratados com êxito extirpando-os ou aplicando-lhes radioterapia. Os cancros mais avançados podem requerer a excisão cirúrgica de uma área mais ampla do ouvido externo. Se o cancro tiver invadido a cartilagem da orelha, a cirurgia é mais eficaz do que a radioterapia.

Os tumores de células basais e escamosas também podem desenvolver-se no canal auditivo ou propagar-se até lá. O tratamento consiste em extrair cirurgicamente o tumor e uma ampla margem de tecido circundante, seguido de radioterapia.



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