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Implantação e desenvolvimento da placenta


A implantação é a união e a inserção do blastocisto na parede do útero.

O blastocisto normalmente implanta-se na área do fundo do útero, seja na parede anterior, seja na posterior. A parede do blastocisto tem a espessura de uma célula, excepto uma zona em que tem 3 ou 4 células. As células internas da parte mais grossa da parede do blastocisto convertem-se no embrião, enquanto as externas entram na parede uterina para formar a placenta. A placenta produz hormonas que ajudam a manter a gestação e permite o intercâmbio de oxigénio, de nutrientes e de produtos de eliminação entre a mãe e o feto. A implantação começa entre 5 e 8 dias depois da fecundação e completa-se em 9 ou 10 dias.

A parede do blastocisto converte-se na camada externa das membranas (córion) que rodeiam o embrião. Uma camada interna de membranas (âmnio) desenvolve-se entre os 10.º e 12.º dias e formam o saco amniótico. Este enche-se de um líquido claro (líquido amniótico) e estende-se para envolver o embrião em desenvolvimento, que flutua no seu interior.

Por outro lado, os pequenos prolongamentos (vilosidades) da placenta em desenvolvimento estendem-se até à parede do útero e ramificam-se até formarem um complicado padrão arborescente. Esta ramificação aumenta em grande medida a área de contacto entre a mãe e a placenta e permite o trânsito de mais nutrientes da mãe para o feto e dos produtos residuais do feto para a mãe. A placenta está completamente formada entre as 18.ª e 20.ª semanas, mas continua a crescer durante toda a gravidez. No momento do parto atinge 0,5 kg de peso.



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