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Síndroma de aspiração de mecónio


A síndroma de aspiração de mecónio origina-se quando um feto aspira mecónio, o que pode obstruir as vias respiratórias e irritar os pulmões.

O mecónio é a matéria verde-escura que se encontra no intestino de um feto de 36 semanas de gestação. A modo de resposta a qualquer causa de sofrimento, como uma oxigenação inadequada através da placenta, o feto excreta mecónio no líquido amniótico. O feto em sofrimento também abre a boca energicamente, aspirando nos seus pulmões o líquido contaminado. Depois do nascimento, o mecónio pode obstruir as vias respiratórias, causando o colapso dos sacos de ar (alvéolos) abastecidos por elas. Da mesma maneira, o ar inalado pode ficar preso em certas zonas abastecidas por brônquios parcialmente obstruídos e isto causa hiperinsuflação pulmonar. A hiperinsuflação pode provocar a ruptura do pulmão e o seu posterior colapso (pneumotórax).

A síndroma de aspiração de mecónio é geralmente muito grave nos bebés pós-maturos, já que estiveram rodeados de uma menor quantidade de líquido amniótico.

Em consequência, o mecónio aspirado é mais espesso e pode obstruir mais facilmente as vias respiratórias.

Tratamento

As tentativas para prevenir a síndroma de aspiração de mecónio começam na sala de parto. O médico aspira de imediato a boca, o nariz e a garganta do recém-nascido para eleminar qualquer líquido que contenha mecónio. Seguidamente pode colocar-se um tubo na traqueia do recém-nascido para que seja possível aspirar o resto.

Na maternidade, os pulmões da criança aspiram-se artificialmente sob um controlo estrito para o caso de se apresentarem complicações como hipertensão pulmonar persistente ou pneumotórax.



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