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Convulsões


As convulsões são descargas eléctricas anormais no cérebro.

As convulsões podem ser causadas por qualquer alteração que afecte o cérebro directa ou indirectamente, como a baixa concentração de açúcar (glicose), cálcio, magnésio ou vitamina B6 (piridoxina) no sangue e por valores baixos ou altos de sódio. A inflamação das mebranas que rodeiam o cérebro (meningite) também pode causar convulsões. Outras causas podem ser as lesões cerebrais derivadas de uma falta de oxigénio, uma hemorragia cerebral, lesões congénitas, defeitos cerebrais congénitos ou abstinência de drogas. As convulsões causadas pela febre afectam as crianças mais velhas e raramente são graves. (Ver secção 6, capítulo 73)

As doenças que produzem convulsões nos recém-nascidos costumam ser graves. No entanto, a maioria dos que as padecem sobrevivem sem sofrerem nenhuma consequência. As convulsões causadas por uma baixa concentração de glicose ou de cálcio no sangue não costumam fazer-se acompanhar de incapacidades de nenhum tipo. As convulsões que são consequência de um mau desenvolvimento do cérebro, uma lesão ou uma meningite provavelmente provocarão problemas neurológicos posteriores.

As convulsões podem ser difíceis de reconhecer. Habitualmente, os braços ou as pernas apresentam umas sacudidelas rítmicas e a criança pode realizar movimentos de mastigação ou desviar presistentemente os olhos. Às vezes a frequência respiratória ou cardíaca muda de repente.

Diagnóstico e tratamento

O médico procura determinar a causa das convulsões analisando a hstória clínica completa e realizando uma exploração física. Pode solicitar análises para medir os valores de glicose, cálcio e electrólitos no sangue. Frequentemente obtém-se uma imagem do cérebro mediante ultra-sons, uma tomografia axial computadorizada (TAC) ou uma ressonância magnética (RM). Um electroencefalograma (EEG), que mede a actividade eléctrica do cérebro, pode ajudar a diagnosticar o tipo de convulsão.

Habitualmente, o objectivo do tratamento é corrigir a causa da convulsão. As convulsões persistentes podem ser tratadas com fármacos, como o fenobarbital e a fenitoína.



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