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Relação entre benefícios e riscos


Qualquer fármaco pode ter, ao mesmo tempo, efeitos positivos e negativos. Antes de prescrever um fármaco, os médicos avaliam os riscos e os benefícios possíveis que esperam obter. O uso de um fármaco não é justificado se os benefícios não superarem os riscos possíveis. Os médicos devem também considerar as consequências de suprimir o fármaco. Na maioria dos casos, os benefícios e os riscos potenciais não se podem determinar com precisão matemática.

Quando se calculam os efeitos positivos e negativos de um fármaco, os médicos consideram a gravidade da perturbação que se está a tratar e o impacto que terá na qualidade de vida do paciente. Por exemplo, as queixas relativamente leves como a tosse e os resfriados, as distensões musculares ou as dores de cabeça ocasionais, podem aliviar-se com fármacos de venda sem prescrição médica, cujo risco de efeitos secundários é muito reduzido.

Os fármacos de venda livre para o tratamento de perturbações menores apresentam uma margem de segurança ampla se forem administrados segundo as instruções. No entanto, o risco de reacções adversas aumenta se se tomarem ao mesmo tempo outros fármacos com ou sem prescrição médica. Em contrapartida, deve assumir-se um maior risco de reacções graves quando se utilizarem medicamentos para tratar uma doença grave ou potencialmente mortal (por exemplo, um enfarte cardíaco, um acidente vascular cerebral, um cancro ou a rejeição de um órgão transplantado).




Algumas reacções adversas graves dos fármacos
Efeito secundário Fármacos
Úlcera péptica ou hemorragia gástrica Corticosteróides (como a prednisona ou a hidrocortisona) administrados por via injectável ou oral (não aplicados sobre a pele em cremes ou loções).
Aspirina e outros anti-inflamatórios não esteróides (como ibuprofeno, quetoprofeno e naproxeno).
Anticoagulantes (como a heparina e a varfarina).
Anemia (diminuição da produção ou aumento da destruição de glóbulos vermelhos) Certos antibióticos (como o cloranfenicol).
Alguns fármacos anti-inflamatórios não esteróides (como indometacina e fenilbutazona).
Fármacos contra a malária ou a tuberculose em doentes com deficiência do enzima G6PD.
Diminuição da produção de glóbulos brancos, com aumento do risco de infecção Determinados antipsicóticos (como a clozapina)
Fármacos anticancerígenos
Alguns fármacos antitiroideanos (como o propiltiouracilo)
Lesão hepática Paracetamol (uso repetido em doses excessivas).
Alguns fármacos para o tratamento da tuberculose ( como a isoniazida).
Quantidades excessivas de compostos de ferro
Muitos outros fármacos, especialmente em pessoas com doenças hepáticas preexistentes ou que consomem bebidas alcoólicas em excesso.
Lesão renal (o risco de lesões do rim provocadas por fármacos aumenta com a idade) Fármacos anti-inflamatórios não esteróides (uso repetitivo de doses excessivas)
Antibióticos aminoglicosídeos (como a canamicina e neomicina).
Alguns fármacos anticancerígenos (como a cisplatina).


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